A Tradição da Floresta

Ajahn Chah responde perguntas feitas por um professor universitário em Londres.

Notas:

  • Vestir branco: tornar-se um anagārika.
  • Peregrinação: essa peregrinação (tudong) não necessariamente visa ir a um local sagrado. Em geral os monges vão em busca de lugares pacíficos. Outros preferem buscar locais perigosos na natureza, pois veem que a prática deles progride mais facilmente quando enfrentando dificuldades.
  • Cemitérios: não eram cemitérios como os ocidentais, antigamente na Tailândia o que haviam eram pedaços de floresta onde os mortos eram levados e cremados. As pessoas simplesmente acendiam a fogueira e iam embora deixando os restos da cremação por lá mesmo, o lugar era provavelmente cheio de osso e restos decompostos de cadáveres. Hoje em dia isso não é mais feito, os corpos são cremados em fornos especiais e não sobra muito a não ser cinzas.
  • Atta: Ajahn Chah está fazendo uma oposição entre as palavras “anatta” (a ausência de “eu”) e “atta” (a presença de “eu”). O “eu” jamais verá anatta, pois ela é justamente a ausência desse “eu”. Por isso não é possível entender apenas ouvindo explicações, uma vez que é justamente o tal “eu” quem está ouvindo e tentando entender.

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4 comentários sobre “A Tradição da Floresta

  1. Bhante!

    muito obrigado pela palestra de Ajahn Chah!

    vc poderia me dizer quantas horas vc medita por dia?

    e quantas horas vc meditou por dia durante esse Retiro de chuvas q vc fez?

    • Tantas quanto possível, não marco horário, apenas acordo de madrugada e vou praticando. Tento fazer tudo ser meditação, quando como, trabalho, descanso, etc . No que diz respeito a meditação sentado, não marco então não sei ao certo, mas depende do dia, do meu estado de saúde e que atividades há naquele dia.

      Para mim não há diferença entre retiro ou não: eu procuro viver em retiro.

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